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Aperto de Mão
MARCEL POWELL
Ref.:
RD082
Gravadora:
- Rob Digital
Valor:
de R$ 22,80 por R$ 16,40

O violão brasileiro ganha mais um luminar. Apesar de seus tenros 23 anos, (Louis) Marcel Powell, o filho do grande Baden
Powell nascido em Paris, não é propriamente um noviço no ramo. Com o pai gravou dois discos, “Baden Powell e filhos”
(quando tinha apenas 15) e “Suite Afro-Brasileira”, ambos ao lado do irmão, o pianista Philippe Baden. Este último só foi
lançado no Japão, como aliás seu primeiro solo, “Samba novo”, registrado três anos atrás no estúdio AR, da Barra, junto
com os amigos Diogo (filho de João) Nogueira, Claudia (filha de Sylvia) Telles, Ana Martins (filha de Joyce) e Marcos
Suzano, entre outros. Pela ordem, “Aperto de mão” (Rob Digital) seria seu quarto registro, mas é o primeiro em que ele se
vê retratado com fidelidade. “É o disco que tem mais a ver comigo”, separa.

O repertório foi escolhido de comum acordo com seu produtor e mentor, o também virtuose no violão João de Aquino,
aliás, primo de Baden e grande conhecedor de sua obra. “Sempre tive uma identificação muito grande com o João”, conta
Marcel. “Gostei muito do tipo de samba que ele toca em seu disco “Bordões”. Sem a formalidade de dar aulas, o João ficou
mais ou menos no lugar do meu pai. Nos encontrávamos às duas da tarde e íamos até às 4 da manhã batendo papo sobre
violão e tocando juntos. Ele me deu muitas dicas”, decupa. O cartão de visita do novo mestre, “Aperto de mão”, inventaria
admirações de seu executante. A começar pela faixa título, que homenageia Jaime Florence, o Meira, professor de seu
pai, co-autor da música com Horondino Silva, o Dino 7 Cordas e Augusto Mesquita. Só que o dolorido samba canção
original, sucesso de Isaura Garcia em 1943, foi remodelado com vigor. “Gosto de usar muitas escalas e tenho um ataque
de notas rápidas que é a maior diferença em relação ao estilo do meu pai”, define Marcel.

O patriarca ainda é homenageado em “Saudades de Baden”, próximo do samba, arquitetado a partir de um fragmento
musical deixado pelo pai, recuperado por João de Aquino. E em “Itanhangá”, choro canção que evoca o bairro onde a
família morou no Rio. Mas foi em sua estadia na Alemanha que Marcel decidiu-se pela carreira musical.

Repertório:

1 Aperto de Mao
2 Desenho de Giz
3 Dia de Feira
4 Preludio das Diminutas
5 Essa Mare
6 Evocaçao no. 1
7 Itanhanga
8 Saudades de Baden
9 Rapaz de Bem
10 Round Midnight
11 Ultimo Desejo



Ouça trechos das músicas em MP3

 

 


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