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Nascida em Brasília, começou sua carreira integrando o grupo pop Maskavo Roots, lançado pela Warner nos anos 90. O primeiro disco do grupo foi produzido pelo ex-titã Nando Reis e por Carlos Eduardo Miranda. A faixa “Tempestade” tocou nas FMs do país inteiro e a canção "Escotilha" entrou na trilha sonora da série global Malhação.
Em seguida Joana Duah integrou o grupo Afro-Brasileiro BATACOTÔ, sob a direção de Teo Lima. Entre os artistas com os quais se apresentou destacam-se João Bosco, Rosa Passos, Jorge Benjor, Ivan Lins, Simone, Gilberto Gil, Dominguinhos, Guinga, Roberto Menescal, e Dionne Warwick.
Em 1999, já em carreira solo, Joana foi para Nova York, onde viveu até 2004. Fez shows com o guitarrista Romero Lubambo, o saxofonista Leo Gandelman, o baterista Paulinho Braga, o grupo Forró In The Dark e a cantora Bebel Gilberto em casas como SOB (Sounds of Brazil), Sweet Basil, Café Wha e Nublu.
Joana Duah é formada em Artes e Performance Musical pela New School University(NY). Depois de breve passagem por Hong Kong, onde se apresentou por três meses com o grupo Massa, voltou ao Brasil para gravar seu primeiro CD solo ("Dá Licenca"), produzido por João Samuel, com arranjos do pianista Fernando Merlino e a participação de destacados instrumentistas, como Arismar do Espírito Santo, Jamil Joanes, Erivelton Silva e José de Arimatéia.
Sobre o disco de estréia de Joana Duah, disse o crítico Tárik de Souza: “O disco impressiona pela versatilidade e firmeza da noviça. Ela encara do picote rítmico de Djavan (‘Pára-Raio’) e João Bosco (‘Cobra Criada’) ao denso lirismo de Dori Caymmi (‘Ilusão’, com Paulo Cezar Pinheiro) e às harmonias dissonantes de Nelson Ângelo (‘Tiro Cruzado’, com Márcio Borges), e investe em autores novos e respectivos parceiros como Giana Viscardi (‘Essa Não’), Tó Brandileone e Vinicius Calderoni (‘Tranqueira’) e Dani Gurgel (‘Dá Licença’).”
Rob Digital
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